[FP] ARKWRIGHT, Ann-Jester (Construção)

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[FP] ARKWRIGHT, Ann-Jester (Construção)

Mensagem por Ann-Jester Arkwright em Sab Ago 09, 2014 11:59 am



Frankie. MP. 20.
Harley Frances Quinzel
Ann-Jessemine Aester Arkwright
  • Jay/ Harley Quinn
  • 27 anos
  • 19/06
  • Walker
  • Arcanus
  • Cara Delevingne

Chapter I.


VERAGORN ASYLUM
MEREHOLT
SEIS ANOS ATRÁS
Os olhos dela fitavam o homem atrás do vidro e em seu rosto havia um sorriso gigantesco quase que insano. Vez ou outra ela desfazia seu sorriso para abocanhar uma rosquinha colorida, não se importando o mínimo com todo o açúcar e recheio que ficavam espalhados por todo seu rosto – o que apenas gerava uma cara de nojo no homem à sua frente e nos seguranças que observavam a cena através da câmera de segurança.

– Harleen, eu...

– Harley. – Corrigiu a condenada interrompendo as palavras do homem engravatado. Os olhos dela pareciam cintilar e seu ar quase infantil apenas desconcertava as pessoas com quem falava, cujas sabiam sua real natureza.

– Hm. Harley, o governo de Mereholt tem uma proposta a fazer para você. – Disse o rapaz de rosto sério que falava com ela, ajeitando distraidamente a gravata e passando a mão na barba enquanto a fitava, nervoso pelo desleixo da outra. – A Atrox está montando um esquadrão que denominamos de Esquadrão Suicída, o qual...

– Bonito nome.

–... é composto por detentos e pessoas com sentenças perpétuas ou de morte. Estes tornariam-se agentes descartáveis e de uso em missões extremamente arriscadas. Claro, enquanto faz parte do Esquadrão sua ficha será limpa.

A garota continuava a comer rosquinhas sem parecer dar muita atenção ao que ele dizia. Os cabelos embaraçados e presos em uma maria-chiquinha balançavam de um lado para o outro sujando-se de farelos também. Quando o último doce da caixa fora comido ela voltou seu olhar para o homem novamente. Uma risada divertida saiu de seus lábios e em um segundo ela estava pressionando a testa e as mãos contra a parede de vidro que separava os dois. A ação súbita assuntou o outro, o qual em um pulo viu-se caiu no chão com a mão sobre o peito e a maleta em frente como um escudo. Guardas entraram em ambas as salas, dois ajudavam o homem a se levantar, dois seguravam os braços de Harley a afastando do vidro.

– Conte comigo, chefia! – Gritou ela sobre o ombro enquanto era arrastada pelos seguranças para fora do cômodo.

FÁBRICA SUBTERRÂNEA
MEREHOLT
CINCO ANOS ATRÁS

– Harley, à esquerda! Esquerda! – Gritava Ulric pelo comunicador.

Harley deu uma breve risada divertida enquanto movia a sniper mais para a esquerda. Na mira ela avistou três pessoas com uniformes estranhos e armadas, as quais atiravam na direção em que Ulric, Ether e Arthos encontravam-se.

– Bang, bang, bang. – Disse ela enquanto atirava, acertando no meio da testa dos três alvos.

Harleen permaneceu em seu posto cantarolando uma música infantil enquanto comia um biscoito doce e atirava quando necessário. Em determinado momento ela começou a desmontar a arma e coloca-la de volta em sua caixa. Ainda assoviando a música ela colocou a caixa-mochila da sniper em seus ombros e carregou os dois revólveres que trazia consigo.

– Conseguimos. Cadê você, maluca? – Perguntou Arthos.

– I’m comiiiiing! – Respondeu ela enquanto atirava com a arma da esquerda em dois homens que surgiram à sua frente.

Não demorou muito e logo ela estava na central junto dos outros três. Ulric arrombava a porta e os outros vigiavam a entrada. Harley dobrou-se, ficando com o rosto ao lado do dele, sua boca quase tocando-lhe o ouvido quando falava.

– Achava que você era mais rápido que isso, cake. – Disse ela terminando com uma de suas rápidas e engraçadas risadas, e obviamente sendo empurrada para trás pelo homem que a respondera com palavras não muito divertidas.

A porta automática abriu segundos depois e os quatro entraram na central. Harley foi a última a entrar, fechando a porta logo atrás de si enquanto retomava o assobio de sua canção.

– Vocês preferem Mary-Aubrey ou Ann-Jessemine? – Perguntou ela caminhando entre alguns computadores e remexendo a mesa dos mesmos, pegando uma coisa ou outra que brilhava ou era colorida.

– Pare de roubar as coisas! – Arthos mostrou-lhe uma expressão severa passando as mãos por seu cabelo ruivo, para logo ter em resposta da loira uma careta mal-criada.

– Ann-Jessemine. Ou Jester, Jester é totalmente a sua cara. – Ulric riu olhando-a com um sorriso leve por um segundo antes de voltar sua atenção para o computador que invadia.

– Harlequin é mais a sua cara, sem dúvida. Ou, no caso, Harley Quinn. – Ether disse por fim.

Harley pegou mais algumas coisas de outras mesas e depois parou frente à um computador onde um pen-drive estava acoplado em sua CPU. Seus olhos leram rapidamente a mensagem na tela antes dela puxar o dispositivo e coloca-lo no bolso.

Mais uma risada.

– Got it. – A voz de Harley disse quase como se estivesse cantando.

– O que...? – O ruivo começou a dizer, mas foi interrompido, não por qualquer deles presentes, mas pela voz do chefe de operações do Esquadrão que dava as ordens aos mesmos.

– Agora, Harley.

– YES, SIR!

Com a arma direita ela atirou na cabeça de Arthos e no pescoço de Ether, errando Ulric que conseguira desviar e se esconder atrás de uma das mesas.

– O QUE ESTÁ ACONTECENDO?! – Ele gritou enquanto atirava nela, a qual desviada ou se escondia atrás de pilastras e mesas.

Ulric tentou ir em direção à porta, porém fora devagar demais. Bang! O tiro que ela deu acertou-lhe as costas. Com saltos acrobáticos e mais o cantarolar de música ela chegou até onde ele estava, agachou-se ao seu lado dando-lhe um beijo na orelha. No momento seguinte levantou-se mirando a arma na cabeça do homem que com ódio gritava com ela.

– Bang.

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